terça-feira, 25 junho
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Com 1.338 óbitos, país tem 3º pior dia de mortes em 24 h, revela consórcio.

O Brasil passou hoje (16) dos 900 mil casos e das 45 mil mortes por covid-19.

Levantamento feito por um consórcio de veículos de imprensa, do qual o UOL faz parte, calcula 928.834 diagnósticos e 45.456 óbitos pela doença, enquanto o Ministério da Saúde registra 923.189 casos e 45.241 vítimas fatais.

O consórcio de imprensa usa como base os boletins mais recentes de cada uma das secretarias estaduais de saúde, que, nas últimas 24 horas, registraram 37.278 novos casos e 1.338 novas mortes por covid-19. Já o Ministério incluiu hoje em suas estatísticas 1.282 novas mortes e 34.918 novos casos.

Trata-se da maior alta de casos em 24 horas já registrada nesta pandemia. O recorde anterior de diagnósticos registrado em 24 horas tinha sido no dia 30 de maio, quando a pasta contabilizou 33.274 infectados. Quanto aos óbitos, é o terceiro maior índice já registrado, atrás dos alcançados nos dias 3 (1.349) e 4 (1.473) segundo os números da pasta. Levando-se em conta levantamento feito pelo G1 antes da formação do consórcio, este seria o segundo maior registro.

Segundo dados do levantamento, o total de casos registrados no Brasil cresceu 25% em apenas sete dias: eram 742.084 na terça-feira passada (9).

A região com mais diagnósticos é o Nordeste (327.354), seguida por Sudeste (324.682), Norte (187.491), Centro-Oeste (47.877) e Sul (41.430). Já o total de óbitos aumentou em 18% no período de uma semana (eram 38.497 há sete dias).

A região do Brasil que mais perdeu vidas para a covid-19 ainda é o Sudeste (20.733), seguida por Nordeste (14.680), Norte (8.210), Sul (950) e Centro-Oeste (883).

A pandemia nos estados São Paulo registrou hoje sua maior alta tanto no número de casos quanto no número de mortes: foram 8.825 novos diagnósticos e 365 novos óbitos contabilizados em apenas 24 horas.

A capital viveu reabertura do comércio de rua e de shoppings centers na semana passada, enquanto a contaminação acelera em cidades do interior.

O mesmo vale para o Rio de Janeiro, que também viveu reabertura enquanto a pandemia avança: tem jogo de futebol marcado para amanhã (17), enquanto a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) projeta o pico de contaminação no estado para agora, no meio de junho.

No estado do Rio, o número de casos e mortes por covid-19 registrado hoje não sugere que o pico de contaminação tenha ficado para trás.

A alta de 239 novos óbitos, aliás, é a maior dos últimos treze dias.

Para efeito de comparação, em que pese a subnotificação, há mais diagnósticos de covid-19 no estado de São Paulo (186.839) do que na Alemanha inteira, que registra 186,8 mil segundo o último boletim da Organização Mundial da Saúde.

Além de São Paulo, outras duas unidades da Federação registraram suas maiores altas de casos em 24 horas: Distrito Federal (1.696 novos casos) e Amapá (1.211).

Entre os dez estados com mais diagnósticos de covid-19, só o Pernambuco não registrou ao menos 1 mil novos casos de ontem para hoje.

Quanto às mortes, quatro unidades da Federação registraram suas maiores altas: Paraná (30 novas mortes), Distrito Federal (29) e Santa Catarina (13).

Matéria: UOL

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